quinta-feira, 19 de julho de 2012

Frenesi

Quando um turbilhão de ideias vem à mente, sua cabeça entra em curto. Você não sabe o que escrever, pensar e muito menos o que fazer. Uma onda vai invadindo o seu corpo e parece que você vai entrar num frenesi. Você começa a ter dúvidas da profissão, das pessoas, do casamento, do lugar em que vive... Você começa a achar que tudo é uma ilusão e que você precisa acordar. Você começa a ter certeza que o universo é só uma invenção para que você não pire. Começa a achar que o seu mundo, na verdade, é vazio e que só nele você tem a consciência do que é certo e do que é errado. Nele não deve haver pessoas, apenas você e o que gosta. Você trabalha sozinho, come, dorme, assiste a filmes, peças... Aos poucos você vai inserindo pessoas, de acordo com cada situação. Você não as quer permanentemente ali. Você as quer na hora certa. E deseja febrilmente que se despeçam quando a tempestade de idéias e sentimentos chega. Essas pessoas dão um ar de fantasia na sua vida, mas é sempre preciso voltar à realidade. Mas peraí! A minha realidade ta muito diferente da realidade dos outros. O que pra eles é sonho, pra mim é real. Ter consciência de mim, do meu corpo, da minha mente e dos meus prazeres é real. Talvez eu tenha feito do meu universo paralelo a realidade, mas e daí? Eu o julgo melhor que todo esse lixo que as pessoas engolem diariamente. Ideologias furadas, manuais de como ser bem sucedido, como ter um bom marido, como ser uma boa esposa, como fazer seu marido gozar e blá, blá, blá... Não existe receita para a vida. Considero que ela seja uma viagem de autoconhecimento. Não pode haver interrupção. Não pode haver gente mudando suas coisas de lugar e te fazendo se sentir perdido dentro da sua própria mente. Essa viagem tem que ser só sua, assim como a morte e o adormecer. Não dá pra se conhecer através de um mapa alheio. Quando você se conhece por inteiro, consegue dividir-se ou invés de mutilar-se.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Por Onde Andei???

"Tenho saudade da minha amiga Laryssa... Aquela que me fazia rir das coisas mais idiotas, dos comentários mais toscos, que a gente varava a madrugada falando de tudo e de nada. Que tinha um humor a 1000, dos nossos assuntos leves, do nosso companheirismo e etc... Por onde ela anda? Não sei, mas levo essa sempre comigo! S2"
Foi esse recado no facebook que me fez ir pensando até em casa por onde andava a tal Laryssa! Esse recado foi deixado por uma amiga de pouquíssimo tempo... Apenas 15 anos de amizade hauHAUhauHAUHauhUAHuahuHAUhau... Por esse motivo, pensei, pensei, me impactei e prometi que responderia, de uma forma decente, a afirmação-pergunta feita. Por um tempo me senti mal, perdida... Mas depois de tanto pensar, vi que não é bem assim. Cara Amanda, nós mudamos!!!! E muito!!! Essa Laryssa que você questiona o paradeiro, existe no seu coração! As piadas são outras e isso prova que eu mudei e vc já não acha mais graça, o que prova que você mudou. Não temos mais tempo pra passarmos uma madrugada inteira falando besteiras (o que lamento), tivemos que arregaçar as mangas e trabalhar! Meu humor? Bem, esse infelizmente, oscila de acordo com os acontecimentos, com a pressão diária, com as contas... Mas isso não quer dizer que eu não tenha mais o senso de humor de sempre! Nossos assuntos leves continuam, o que nos falta é tempo para colocá-los em prática (sempre o tempo... ora amigo, ora inimigo). O companheirismo... Ah! Desse eu não abro mão! Embora esteja com o tempo corrido, trabalhando, lidando com minhas crises existenciais, com o pensamento em cada um de vocês, SEMPRE me deixei disponível para quando precisassem de mim, para conversar, desabafar, chorar, rir... Como sempre fizemos! Mas as mudanças foram tantas, que talvez você não se sinta mais à vontade para fazer isso comigo ou não tenha encontrado brecha. Bem, nisso eu assumo minha parcela de culpa. Nós crescemos e essa Laryssa, citada lá em cima, tinha entre 10 e 18 anos! A de hoje tem 25, prestes a fazer 26!!! Como gostaria de mantê-la ativa 24hs, mas não dá. Ela também fica guardada comigo e de vez em quando sai pra passear. Confesso que demora tanto, que às vezes vocês nem a reconhecem e a chamam de sem graça, tosca ou a ignoram... Bem, ela ri sozinha das piadas que faz, mas volta pra casa quando percebe que quem ela costumava fazer rir, já nem a reconhece! (In) Felizmente o tempo passa, as responsabilidades aumentam, saímos das asas dos nossos pais (no meu caso, mãe e irmã) e temos de ir à luta. Buscar um caminho, preparar o futuro... Ficaram tantos resquícios dessa Laryssa, que ainda não aprendi a lidar com tudo isso de uma forma totalmente madura. Nós mudamos, o mundo mudou, as situações mudaram... A única coisa que permanece a mesma, é meu amor e minha amizade por você. Isso, jamais mudará. Você é uma das minhas melhores amigas desde os 10 anos de idade e continuará sendo! Mesmo lendo inúmeras vezes em suas declarações que o seu único e melhor amigo já se foi. Mudei tanto, que tempos atrás morreria de ciúme, mas hoje entendo que não fizemos um pacto, fizemos uma amizade. Te amo muito e espero que não fique brava com nada do que escrevi. Quero ter mais tempo, poder dar mais atenção à vocês, mas sei que a falta de tempo não é só minha! O que posso te garantir, é que estou sempre com o pensamento em cada um de vocês e orando muito para que tenham um futuro brilhante! Estou com você, mesmo você não percebendo! E parabéns pelas mudanças! Você melhorou bastante e quero, um dia, poder agradecer às pessoas que te ajudaram nisso! Bebel e Michelle estão te fazendo bem e agradeço por estarem suprindo você. Qualquer coisa, estamos aí... DE VERDADE.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Emaranhados

Por mais que me sinta seduzida a fazer novas coisas, com novas pessoas, simplesmente não consigo sair do lugar. Ando sem paciência pro novo, pro desconhecido. A gente tem a mania de se aconchegar no travesseiro velho, no edredom surrado, de comer sempre o mesmo prato, de ir aos mesmos lugares... Por mais que a gente sinta vontade de mudar, dá preguiça. A gente sempre tem medo de alterar a rotina e dar alguma coisa errada. Reclamamos de fazer sempre a mesma coisa, todos os dias... Mas será que no fundo, não amamos a rotina? O certo? O fixo? Afinal, o duvidoso, É UMA DÚVIDA! Se for ruim, a quem você vai culpar? Sim, porque é a primeira coisa que fazemos. Descobri outro dia, que tenho medo de ser feliz! Acreditem, MEDO DE SER FELIZ! Só me encontro na minha confusão mental. Acho que ela é a responsável pelo meu respirar. Preciso da minha infelicidade diária por, pelo menos, 30 minutos. É louco, mas funciona assim... Se pudesse escolher uma cena pra minha vida, estaria sentada de frente para o computador, com um copo de Whisky e um cigarro... Uma música bem suave, um ar balzaquiano e mais nada... Sem ninguém... Paredes coloridas, objetos antigos e um gato ou cachorro pra cuidar! Mesmo querendo casar com um "Marcelo", ter uma "Laurinha", uma casa clássica com um belo jardim e todos em volta da mesa, no Natal... Me sinto atraída pela solidão da madrugada. Não me importo, freneticamente, se não tiver companhia para o teatro ou cinema. Tá, não pensem que sou uma neurótica que quer viver sozinha para o resto da vida. Não é isso... Acho que essa cena que descrevi lá em cima, representa muito o meu eu. Quero ter alguém ao lado, compartilhar desejos, amor, sexo, sonhos, drinks e o que mais nos apetecer! Mas sinto que ainda assim, preciso da minha solidão, da minha liberdade de ficar calada, de me sentir livre de julgamentos e rótulos. Preciso ter a liberdade de ter o meu mau humor matinal. Preciso pensar por horas, sem que ninguém me interrompa e queira invadir meu mundo. Gosto de convidar! Gosto de quem entra de mansinho e conhece o que escondo tão bem. Quero ter alguém ao lado que entenda que, por vezes, gosto do estrago, do exagero, do grito, do silêncio, da falta de nexo. Alguém que entenda que hoje eu quero vinho e amanhã eu quero água! Eu gosto do exagero. Do muito e do pouco. Do 8, 80 e 8000. Quero ter alguém que entenda que eu mudo de opinião se a antiga não me preenche mais. Eu mudo, eu mordo, eu assopro. Eu amo e odeio. Mas serei sempre leal! Será que alguém vai querer me acompanhar nessa? Se não quiserem, volto à ela... À cena do Whisky, computador, cigarro e cachorro... Nascemos só e assim morreremos! Nesse intervalo, estou aberta à companhias... E nesse emaranhado de idéias sem validade, sigo, prossigo, com amigos, inimigos, amores e rancores! Ah Ser imperfeito... Quer casar comigo?

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ando meio desligada...

Nos últimos tempos tenho andado mais quieta. Não a alma, mas o corpo! A alma anda revolta, como sempre. E parece que cada dia aumenta, diferentemente do espaço que a contém. Pensando cada vez mais em trabalho, amigos, amores, dinheiro, sucesso, casa, máquina de lavar, ar condicionado, obra e tentando descobrir como vou dar conta disso tudo. Coisas tão distintas, algumas tão simples, mas que andam me consumindo dia e noite. Aliás, viver me consome! Tem hora que preciso desesperadamente de um cigarro, um papel, uma caneta e uma bebida bem forte! Será isso a "Síndrome Clarice"??? Vontade de escrever, de colocar os sentimentos no papel, mas as palavras fogem... Parece que tem um duende que se diverte em roubá-las da minha cabeça. Bem, não é de agora que isso vem acontecendo... Na contramão do que eu esperava de mim mesma, não tenho nenhum acontecimento sobrenatural que possa compartilhar. Mas tive um fim de semana bem gostoso, dia desses. Estive com amigos, observei cada um, amei cada um, memorizei cada gesto, cada fala e os admirei. Engraçado como ainda consigo mantê-los! Hoje são poucos os que ficaram, mas são de uma lealdade que me transborda. Tenho a noção de como sou difícil, mas mesmo assim eles continuam lá. Só posso supor que me amam! Hoje estava lendo uma declaração da Diana, do BBB11, onde ela dizia que era chata, implicante, grossa e que quanto mais intimidade, maior era a grosseria! Me identifiquei horrores. Os amigos dos meus amigos não entendem a forma que os trato, mas só através da grosseria consigo expressar o meu afeto! Estranho, né? Bom, ser esquisita é minha especialidade. Ai! Tô com saudade sabe... Da Laryssa que anda perdida em algum lugar, das minhas risadas tão sinceras, das reuniões na casa da Rê, do Larosa, do Victor, das viagens de carnaval e ano novo, dos monótonos Natais entre amigos, da escola, da infância... Saudade até do que nem aconteceu, mas que só de pensar em como seria bom, já sinto saudade. Das viagens que não fiz, das bocas que não beijei, dos amores que não tive... Saudade de ter novos amigos, para apresentá-los aos velhos e formarmos um grupo só. Saudade de tanta coisa... Tá tudo tão mudado... Das pessoas à comida! Até o rosbife da minha mãe tá diferente! As pessoas cada vez mais frias, mais imersas nas suas próprias vidas! Vontade de sair mundo afora, dançando, cantando... Vontade de plantar, ler um livro e ter um filho. Fugir um muito dessa loucura cotidiana. Não demora muito e acabo numa camisa de força. Ai ai... Parar por aqui que é pra não deprimir! Mais!

Bjus a quem for de direito!

P.S.: Hoje não estou com os patinhos em fila... 
P.S.2: Amanda falou para eu atualizar o blog, mas acredito que ficará decepcionada com esse texto tão nadaavercomnadaaver!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

A Gente Pode!

A gente pode incomodar! Pode ser chato, pode falar o que não deve, dizer meias verdades, meias mentiras. A gente pode se achar grande demais, pequeno demais, mediano demais. A gente pode querer viver, querer morrer, querer sumir. Podemos querer mudar de cidade, de Estado, de País. A gente pode se preocupar demais com a vida alheia, de menos com a nossa. Podemos chorar com alguém, por alguém, pela gente mesmo. A gente pode rir dos outros, com os outros, para os outros e de nós mesmos. Podemos fracassar, podemos vencer, fazer uma faculdade, um curso técnico... A gente pode ter crise existencial, financeira, de nervos! A gente pode ser gente, ser bicho, ser invisível. Podemos ser felizes, infelizes, sem emoção. Nós podemos voar, nos perder, nos achar, sermos achados. Podemos abandonar e ser abandonados. Cometer erros de português, de inglês, francês... Podemos achar que vamos morrer de amor ou de falta dele. Podemos ser ignorantes, sutis, amáveis e detestáveis. Honestos, picaretas, boa praça, sem graça! A gente pode ser rico, ser pobre, ter amigos ou inimigos. Podemos perdoar, pedir perdão, amaldiçoar, rezar por alguém. Podemos ficar doentes, nos curar, dar uma recaída e sabe-se lá o que vai ser da vida! A gente pode ser carente, ser gato de armazém, passar a vida sem querer amar ninguém ou amar tão loucamente, que deixamos de ser a gente! Podemos ter filhos ou não, casarmos ou não, separarmos ou não... A gente pode o que quiser! A gente decide o que quer ser, como ser e quando ser. Podemos trair, mas com isso, damos o direito de sermos traídos. Podemos causar dor, mas devemos nos lembrar que mais na frente, o mesmo nos acontecerá. O que a gente não pode, é perder a identidade. É achar que pelo simples fato de não agradarmos um ou outro, jamais seremos amados. Não podemos esquecer que estamos aqui pra evoluir, e não é fingindo ser o que não somos que isso vai acontecer! Não podemos deixar de viver! Ora essa! Se incomodo, se agrado, se faço feliz ou faço triste, a responsabilidade não é só minha. É também de quem se deixa levar! Eu me deixo levar e é por isso que não posso reclamar de ser usada, amada, incomodada! Antes de qualquer coisa, eu amo e isso faz de qualquer ato o menor de todos!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Outro Ciclo...

Bem, depois de tanto tempo sem escrever, acho até que estou um pouco enferrujada!!! Essa semana foi uma loucura pra mim, 665745743573547635745 coisas na cabeça! Meta pra mudar de cargo, crises existenciais, necessidade de mudanças... Aff! À beira de um ataque de nervos. Descontando em quem não merece, por sinal... Coitada da minha mãe! Em relação à meta, consegui!!! Mudei de cargo! Foi um gás pra mim... Novas aspirações, lutando para superar as adversidades, higienização mental diária... RUMO À GERÊNCIA! Já as crises existenciais e as necessidades de mudança, xiiii... Esses continuam cada vez mais latentes! É como se a alma não coubesse mais no corpo! Fica apertada! Sobram tantas coisas... Meias-verdades, desafetos, afetos, amores, rancores, vontade de vencer, vontade de parar... Guardo tudo pra mim mesma... Às vezes não vale à pena externar! Estou na fase de avaliar! ME avaliar, avaliar minha vida, o que tenho feito dela e o que pretendo fazer! Será que tá sobrando gente na minha vida? Ou será que tá faltando? Ao mesmo tempo que sobra muita coisa, falta muita coisa! Falta um rumo certo, falta a pessoa certa, falta a medida entre a polidez e a superficialidade, falta a medida entre a rispidez e a sinceridade! Falta amor próprio, falta a sabedoria para estabelecer prioridades!  Falta abrir os olhos e me entregar pro mundo! Outro ciclo está começando na minha vida a partir de agora! Algo me diz que coisas boas estão chegando, mas preciso desocupar minhas mãos com coisas inúteis que tenho segurado há tanto tempo. Elas precisam estar livres para que possam receber os presentes que a vida quer me dar! Meus amigos? Esses eu carrego no coração, independente de me amarem ou não! Minha família? Carrego na veia! Sou parte delas e elas de mim! Bernardo? Minha fonte de luz! Eu? Eu não sei... Tô por aí... Buscando minha identidade, tentando achar meu lugar no mundo! A vida é o caminho de volta pra casa e eu tô voltando... 


Bjuuu à quem for de direito ^^

sábado, 14 de agosto de 2010

Do que o medo é capaz?



"Medo de ter, medo de perder. Cada um tem os seus e todos têm alguns..."  Foi pensando nesse trecho que decidi escrever sobre o assunto. O quanto o medo pode paralisar uma pessoa? Do que, exatamente, sentimos medo? Quanto à mim, são inúmeras as coisas que me causam essa sensação paralisante. Medo de fracassar, de não corresponder às expectativas dos outros e às minhas próprias. Medo de mudar. Medo de perder amigos, pessoas que amo. Medo de me machucar, de magoar alguém. Medo de ficar louca, de ficar sozinha, de ter alguém e não dar certo... Analisando friamente, são coisas estúpidas. Situações que todos já passaram ou vão passar alguma vez na vida. Porém, quando me deparo com esses medos, eles me paralisam. Me fazem criar outra realidade bem mais confortável: A de permanecer onde estou e como estou. É deplorável que me sinta assim em determinadas situações. Como alguém pode ter medo de evoluir? De ser melhor? Conversando sobre isso com um amigo, descobri que não sou a única! Não é medo da evolução, é do que ela pode causar! Tentamos sempre arrastar quem amamos para evoluir junto com a gente. Mostrar que existe um mundo enorme, cheio de possibilidades, mas quando nos deparamos com a resistência dessas pessoas, nos sentimos traidores de princípios infantis do tipo: "nada vai nos separar", "amigos para sempre", "isso nunca vai mudar"... E coisas assim! Esse medo se torna um freio, uma trava ao nosso destino. Nos tornamos pessoas limitadas, como melancias que crescem em uma caixa de sapato! O medo pode nos tornar pessoas medíocres, sem perspectivas de vida, acomodadas! Enfrentá-lo é uma tarefa árdua e requer muita força de vontade. É claro que ele também tem seus benefícios, ou então não estaríamos vivos. Ele nos deixa precavidos, como por exemplo, na hora de atravessar a rua, entrar no mar, manipular algum objeto, andar numa cidade deserta à noite... Serve para nos deixar alertas! Só temos que adquirir a habilidade de perceber quando o medo é infundado e nos prejudica. Quando ele nos impede de crescer, de ser feliz, de obter alternativas. Ter medo faz parte do processo de viver, mas em demasia, nos leva à morte. Seja ela física ou emocional. Então é isso! Controle seus medos! Não deixe que eles te anulem, façam de você uma pessoa fracassada, pelo simples medo de tentar! E assim eu sigo: TENTANDO NÃO TER MEDO!


Bjuuu a quem for de direito ^^